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Gregorianum 2017 n.2

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09 - Crubellate, Joao Marcelo - A Condicao Religiosa do Relacionamento Social em Kierkegaard. - P. 381

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A Condicao Religiosa do Relacionamento Social em Kierkegaard. Do Eu como Singular ao Outro como Proximo

 CRUBELLATE JOAO MARCELO - PAG. 381-401

RESUMO

Meu objetivo neste texto é investigar o desenvolvimento da subjetividade no estádio religioso kierkegaardiano, enquanto síntese paradoxal de princípios que, sendo interiores ao ser humano, portam-no — em possibilidade — para além de si mesmo. Neste percurso farei alusão ao processo constitutivo do Eu como relacionamento e ao problema da possibilidade de «pôr-se a si mesmo» e «ser posto por um outro», questão central no texto sobre A Doença para a Morte. Do ponto de vista religioso essas possibilidades não configuram uma antinomia e sim paradoxo na determinação do humano como espírito, pela qual a pessoa vem a ser um Singular perante Deus. A tal condição não se chega sem a relação com outras pessoas na sua condição de diversidade perante o Eu. Nessa condição, o Outro é o primeiro Tu e não um Segundo-Eu. Por isso mesmo, é o próximo em direção ao qual — sob a mediação do amor sacro — o Eu se inclina, enquanto se aprofunda em si mesmo, relacionandose enquanto se relaciona consigo mesmo.

Palavras chave: Kierkegaard, Estádio religioso, Subjetividade, Próximo, Eu

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A Condicao Religiosa do Relacionamento Social em Kierkegaard. Do Eu como Singular ao Outro como Proximo

 CRUBELLATE JOAO MARCELO - PAG. 381-401

RESUMO

Meu objetivo neste texto é investigar o desenvolvimento da subjetividade no estádio religioso kierkegaardiano, enquanto síntese paradoxal de princípios que, sendo interiores ao ser humano, portam-no — em possibilidade — para além de si mesmo. Neste percurso farei alusão ao processo constitutivo do Eu como relacionamento e ao problema da possibilidade de «pôr-se a si mesmo» e «ser posto por um outro», questão central no texto sobre A Doença para a Morte. Do ponto de vista religioso essas possibilidades não configuram uma antinomia e sim paradoxo na determinação do humano como espírito, pela qual a pessoa vem a ser um Singular perante Deus. A tal condição não se chega sem a relação com outras pessoas na sua condição de diversidade perante o Eu. Nessa condição, o Outro é o primeiro Tu e não um Segundo-Eu. Por isso mesmo, é o próximo em direção ao qual — sob a mediação do amor sacro — o Eu se inclina, enquanto se aprofunda em si mesmo, relacionandose enquanto se relaciona consigo mesmo.

Palavras chave: Kierkegaard, Estádio religioso, Subjetividade, Próximo, Eu

ABSTRACT

My aim is to examine the constitution of the human subjectivity in the kierkegaardian religious stage. This process implicates principles that operate inwardly and make the individual goes beyond the limits of him/herself towards a S elf t hat transcends its natural possibilities. I discuss the Self as a relation’s relating itself to itself, based on the problem of have established itself or have being established by another, the core theme of «The Sickness Unto Death». From the religious viewpoint these possibilities must be recognized as the paradox of determination of the human being as spirit through which he/she becomes a Self before God. Nobody arrives at that position without relating to other people in their condition of diversity regarding the Self. In that condition the Other must be recognized as a First-Thou instead of a second-I. And then the Other becomes the Neighbour in relation to whom the Self — mediated by religious love — impels itself while deepen itself in itself.

Keywords: Kierkegaard, Religious stage, Subjectivity, Neighbour, Self

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